Acerca dos filhos de Deus há muitas interpretações, como:
1. A linhagem de Sete. 2. Semideuses ou heróis, como aqueles do folclore grego ou latino. 3. Anjos caídos, mas considerados seres materiais. 4. Anjos bons, mas não seres imaterias. 5. Anjos bons ou maus, mas seres imateriais. 6. Homens incomuns, como uma raça especial de gigantes. 7. Homens proeminentes, como juízes, governantes, sacerdotes etc. 8. Seres estranhos que não podem ser definidos. 9. Alguns críticos dizem que o relato é mitológico, pelo que não há como dar uma interpretação correta. 10. Homens comuns, mas controlados por forças sinistras, como anjos caídos.
Sobre as filhas dos homens há duas opiniões a respeito de quem seriam:
1. Mulheres em geral, não estabelecendo nenhuma distinção entre a linhagem de Caim e a linhagem de Sete. 2. A linhagem de Caim.
O capítulo 6 de Gênesis relata que houve uma união entre os filhos de Deus e as filhas dos homens. Como resultado, foi gerada uma nova raça de gigantes. Homens valentes de renome na antiguidade.
Há algumas teorias sobre quem seriam os filhos de Deus e as filhas dos homens e, por conseqüência, o juízo dessa união. Aqui serão apresentadas duas teorias:
1. Filhos de Deus (linhagem de Sete) x filhas dos homens(linhagem de Caim). 2. Filhos de Deus (anjos) x filhas dos homens (mulheres).
Para a primeira teoria, Myer Pearlman, diz que havia duas raças de homens no mundo, os ímpios, linhagem de Caim, e os piedosos, linhagem de Sete. A linhagem de Sete ao unir-se com a de Caim gerou um estado de impiedade na terra que exigia o juízo de Deus – o dilúvio.
Para a segunda teoria, R. N. Champlin, diz que a grande corrupção dos homens, e que resultou no dilúvio, foi introduzida pela estranha união entre os filhos de Deus e as filhas dos homens, resultando numa raça de seres semidivinos chamados “nephilim”.
A crença na mescla de deuses, semideuses e figuras angelicais com mulheres humanas fazia parte do folclore de muitos povos antigos. Alguns intérpretes crêem nessa idéia angelical, outros frisam que anjos aparecem como seres destituídos de sexo, pelo que não se casam (Mt.22:30). Alguns outros dizem que monarcas eram tidos como seres divinos ou semideuses, tal como faziam os egípcios, os gregos e os latinos, no período ainda primitivo da história humana.
Champlin também afirma que os filhos de Deus ou Yahweh é expressão que, com freqüência, aponta para os seres angelicais. Mas, em Is.43:6, a expressão não se limita na Bíblia a tais seres. A união entre filhos de Deus e as filhas dos homens produziu homens valentes, um termo usado para distinguir essa ração da raça comum, o que significa que havia algo de especial acerca deles. Para Champlin, os filhos de Deus eram anjos e as filhas dos homens, mulheres. Dessa foram, por terem gerado uma nova raça, Deus determina um juízo sobre a Terra – o dilúvio – para um novo começo.
E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Rm. 12.2)
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Acerca dos filhos de Deus há muitas interpretações, como:
1. A linhagem de Sete.
2. Semideuses ou heróis, como aqueles do folclore grego ou latino.
3. Anjos caídos, mas considerados seres materiais.
4. Anjos bons, mas não seres imaterias.
5. Anjos bons ou maus, mas seres imateriais.
6. Homens incomuns, como uma raça especial de gigantes.
7. Homens proeminentes, como juízes, governantes, sacerdotes etc.
8. Seres estranhos que não podem ser definidos.
9. Alguns críticos dizem que o relato é mitológico, pelo que não há como dar uma interpretação correta.
10. Homens comuns, mas controlados por forças sinistras, como anjos caídos.
Sobre as filhas dos homens há duas opiniões a respeito de quem seriam:
1. Mulheres em geral, não estabelecendo nenhuma distinção entre a linhagem de Caim e a linhagem de Sete.
2. A linhagem de Caim.
O capítulo 6 de Gênesis relata que houve uma união entre os filhos de Deus e as filhas dos homens. Como resultado, foi gerada uma nova raça de gigantes. Homens valentes de renome na antiguidade.
Há algumas teorias sobre quem seriam os filhos de Deus e as filhas dos homens e, por conseqüência, o juízo dessa união. Aqui serão apresentadas duas teorias:
1. Filhos de Deus (linhagem de Sete) x filhas dos homens(linhagem de Caim).
2. Filhos de Deus (anjos) x filhas dos homens (mulheres).
Para a primeira teoria, Myer Pearlman, diz que havia duas raças de homens no mundo, os ímpios, linhagem de Caim, e os piedosos, linhagem de Sete. A linhagem de Sete ao unir-se com a de Caim gerou um estado de impiedade na terra que exigia o juízo de Deus – o dilúvio.
Para a segunda teoria, R. N. Champlin, diz que a grande corrupção dos homens, e que resultou no dilúvio, foi introduzida pela estranha união entre os filhos de Deus e as filhas dos homens, resultando numa raça de seres semidivinos chamados “nephilim”.
A crença na mescla de deuses, semideuses e figuras angelicais com mulheres humanas fazia parte do folclore de muitos povos antigos. Alguns intérpretes crêem nessa idéia angelical, outros frisam que anjos aparecem como seres destituídos de sexo, pelo que não se casam (Mt.22:30). Alguns outros dizem que monarcas eram tidos como seres divinos ou semideuses, tal como faziam os egípcios, os gregos e os latinos, no período ainda primitivo da história humana.
Champlin também afirma que os filhos de Deus ou Yahweh é expressão que, com freqüência, aponta para os seres angelicais. Mas, em Is.43:6, a expressão não se limita na Bíblia a tais seres. A união entre filhos de Deus e as filhas dos homens produziu homens valentes, um termo usado para distinguir essa ração da raça comum, o que significa que havia algo de especial acerca deles. Para Champlin, os filhos de Deus eram anjos e as filhas dos homens, mulheres. Dessa foram, por terem gerado uma nova raça, Deus determina um juízo sobre a Terra – o dilúvio – para um novo começo.
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