sexta-feira, 20 de março de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 20.03.2009

Josué, capítulos: 7 a 10.
Clique aqui para acessar os textos.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Conflito Entre Ciência e Fé?



O que é científico e o que não é científico? Os parâmetros para decidir essa questão não são estabelecidos pelo próprio homem? Quem não quer saber nada de Deus tentará negar Sua existência usando a ciência. Mas é justamente a ciência que chega aos seus limites diante da grandeza de Deus.

“...o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Rm 1.19-20).

O homem cria sua própria imagem de Deus por não aceitar o Deus da Bíblia, pois este o acusa de pecado e não minimiza os erros humanos. Em uma edição da Schweizerische Kirchenzeitung (Jornal Eclesiástico Suíço), o teólogo Bernd Ruhe manifesta sua irritação com a certeza de salvação dos crentes e sua “maneira anticientífica de lidar com a Bíblia”. Sua “concepção dualista sobre o homem e o mundo” andaria de mãos dadas com uma “visão de Deus francamente monstruosa e repugnante”: para eles, Deus seria tão grande porque consideram o homem muito pequeno. Assim, Jesus seria o guia em um mundo “perdido”, “escuro” e “confuso”, onde o diabo dita as regras.

É lamentável que afirmações como essas partam de um teólogo, que deveria conduzir as pessoas às verdades da Bíblia ao invés de impedi-las de se aprofundar no que o Senhor ensina. Afinal, o que é científico e o que não é? Será que é científico não crer na segurança da salvação, que a Bíblia ensina tão claramente? Na Primeira Epístola de João lemos: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus” (1 Jo 5.13). Devemos nos relacionar com a Bíblia cientificamente ou através da fé? Até agora a ciência séria sempre teve de dar razão à Bíblia; a verdade bíblica, porém, não cai por terra ou se mantém por causa da aprovação da ciência. Será anticientífico Deus ser tão grande e o homem tão pequeno? Ou a ciência alcança seus limites com tanta freqüência justamente porque Deus e Sua obra são tão grandes?

É anticientífico Jesus ser o Guia para um mundo que vive na escuridão, um mundo perdido e confuso, em que o diabo domina os homens? O pecado no coração humano, sua tendência ao egoísmo e para o mal podem ser explicados cientificamente? E a morte, a ressurreição e a ascenção de Jesus? Elas são científicas, anticientíficas ou simplesmente divinas? O homem busca desculpas pseudocientíficas para esconder-se por trás delas, pois teme a Palavra de Deus. Nesse sentido, nada mudou desde o primeiro casal de seres humanos no Éden. Pois Adão já disse a Deus: “Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi” (Gn 3.10).

Louis Pasteur, notável médico e cientista francês, reconheceu justamente através da ciência que a Bíblia tem razão. Ele escreveu: “É em nome da ciência que proclamo a Jesus Cristo como Filho de Deus. Minha concepção de ciência, que valoriza muito a relação entre causa e efeito, simplesmente me obriga a reconhecê-lO. Minha necessidade de adorar encontra em Jesus sua mais plena satisfação” (Nimm dir einen Augenblick Zeit, H. Bruns).

Louis Pasteur: “É em nome da ciência que proclamo a Jesus Cristo como Filho de Deus”.

A ciência, corretamente aplicada, pode servir a Deus. Mas quando é usada contra Deus ela prejudica os seres humanos. Pois é a Bíblia que produz o verdadeiro conhecimento. Há milênios as profecias bíblicas cumprem-se com exatidão única. Por exemplo, a criação de um novo Estado de Israel foi cumprimento de profecias bíblicas. Hoje podemos ver e acompanhar a realização das profecias de Jesus sobre o restabelecimento do Estado de Israel, sobre Sua volta e os sinais a ela relacionados. Os alegados “erros científicos” da Bíblia acabam sendo revisados constantemente e passam a ser considerados corretos. Muitos foram, na verdade, antecipações de descobertas que o homem só veio a fazer mais tarde. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o reconhecimento de que a terra está suspensa no espaço. A respeito, já lemos no livro de Jó: “Ele estende o norte sobre o vazio e faz pairar a terra sobre o nada” (Jó 26.7). Os resultados das pesquisas arqueológicas e históricas também confirmam continuamente as declarações bíblicas.

Por fim, há ainda o misterioso poder que a Bíblia exerce sobre as pessoas. Quem atende ao que as Sagradas Escrituras ensinam é transformado totalmente, sendo renovado de maneira completa. Lemos na Primeira Epístola de Pedro: “Pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas da incorruptível, mediante a Palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1 Pe 1.23). Apenas aqueles que não crêem no que a Bíblia diz em seu texto original, inspirado por Deus, é que lidam de maneira realmente anticientífica com a Palavra do Eterno!

Fonte: artigo de Norbert Lieth (www.chamada.com.br).

Pressupostos da Teologia Liberal

1) A Bíblia como livro mitológico – A primeira característica da teologia liberal é considerar que a Bíblia é um documento humano, ou seja, não crêem no caráter sobrenatural das Escrituras. Consideram-na um livro igual a qualquer outro, um livro que reproduz a história de Israel (Antigo Testamento) e da Igreja primitiva (Novo Testamento), mas que seriam resultado da cultura e da história, tendo o mesmo valor que outros textos religiosos e mitológicos que têm sido encontrados pelos historiadores.Trata-se, mais uma vez, de um grande absurdo, pois a Bíblia é, sem dúvida, um livro escrito por homens, ao longo de mais de mil anos de história, mas é uma unidade que ultrapassa as diferenças culturais, históricas e individuais de cada um de seus escritores. Só o tempo de elaboração da Bíblia e as diferenças brutais dos fatores que cercam a elaboração de cada um de seus livros já mostra que é impossível considerar a Bíblia como um simples livro humano. Bem pelo contrário, a Bíblia revela-se como a Palavra de Deus, na medida em que suas profecias têm se cumprido literalmente (que o digam as profecias a respeito de Jesus, todas comprovadamente anteriores ao ministério terreno de Cristo e que se cumpriram integralmente), bem como em que se percebe uma unidade incrível entre seus mais diversos textos, como, por exemplo, a impressionante complementaridade entre Gênesis e Apocalipse, redigidos num espaço de mais de mil anos, ou entre Daniel e Apocalipse, redigidos num intervalo superior a quinhentos anos.

Como se não bastasse isso, muitas das especulações surgidas através dos críticos bíblicos ou dos teólogos liberais ao longo destes três séculos de influência racionalista no estudo das Escrituras têm sido desmentidas entre si ou cabalmente desmentidas pelas descobertas arqueológicas. Assim, por exemplo, durante muito tempo, muitos teólogos liberais passaram a duvidar da existência histórica do rei Davi (aliás, é comum entre os teólogos liberais colocarem em dúvida a existência desta ou daquela personagem bíblica) ou, quando muito, a achar que Davi não teria passado de um pequeno chefe tribal sem qualquer expressão na Palestina. Entretanto, recentemente, a arqueóloga israelense Eilat Mazar descobriu os escombros do palácio de Davi tal como descrito em II Sm.5:11-12. Este fato, como outros, mostra claramente que a Bíblia é a verdade, ao contrário das mirabolantes teorias dos teólogos liberais ou que por eles sejam acolhidas.

2) O papel dos apologistas cristãos – É bíblico fazer a defesa da fé. Paulo assim se posicionou: “estes, por amor, sabendo que estou incumbido da defesa do evangelho”( Fp 1:16). E o Apóstolo Pedro recomendou preparo para explicar as razões de nossa esperança cristã (I Pe 3:13-15).

Faz-se necessário que, a exemplo do que ocorreu nos primeiros séculos da igreja primitiva, levantem-se, hoje, defensores da fé cristã e das Escrituras Sagradas. Como bem diz o ilustre comentarista, faz falta hoje os “apologetas cristãos”, aqueles que, à luz do desenvolvimento da ciência e da filosofia, mostrem, de forma ordenada, organizada e sistematizada, a sublimidade da Palavra de Deus.

A verdadeira teologia não pode temer as ciências e a filosofia. Estas três manifestações racionais têm como missão precípua a busca da verdade. Ora, todos os homens sabem que a verdade é única e, nós, os crentes, sabemos que a verdade é uma pessoa, a saber, Jesus (Jo.14:6). Portanto, não temos que temer coisa alguma. A teologia parte da verdade, que é a Palavra de Deus. Portanto, a ciência e a filosofia, se estão em busca da verdade, terão de chegar às mesmas conclusões da teologia. A verdadeira teologia não se opõe à ciência. Quem se opõe à verdadeira teologia não é a ciência, mas a ciência falsa (I Tm.6:20). A verdadeira teologia não se opõe à filosofia, mas as vãs filosofias, que não são firmadas na verdade, é que são opostas à verdadeira teologia (Cl.3:8).

CONCLUSÃO

Neste dias de descrença generalizada, de desapontamento com os rumos tomados pela tecnologia e pelo desenvolvimento científico, na desilusão com o progresso, que tem trazido morte ao em vez de felicidade e vida para a humanidade, cumpre a cada servo de Deus, em especial aos estudiosos das Escrituras, continuar a dizer que a solução para o homem somente poderá ser encontrada na Palavra de Deus, o instrumento pelo qual vem a fé salvadora (Rm.10:17). “… A palavra de Deus é doce mais que o mel, o que a toma pela fé, há de ser fiel. Porque Deus nos concedeu o Emanuel, Rocha viva donde mana leite e mel” (refrão do hino 306 da Harpa Cristã).

Este artigo é material compilado. Fonte: CACP

Leitura Bíblica de Hoje! - 18.03.2009

Deuteronômio, capítulos: 33 e 34; e Josué, capítulos: 1 e 2.
Clique aqui para acessar os textos.

CONCLUSÃO DO LIVRO DE DEUTERONÔMIO!

terça-feira, 17 de março de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 17.03.2009

Deuteronômio, capítulos: 29 a 32.
Clique aqui para acessar os textos.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 16.03.2009

Deuteronômio, capítulos: 25 a 28.
Clique aqui para acessar os textos.
E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Rm. 12.2)