terça-feira, 18 de agosto de 2009

Leitura Bíblica da Semana - 17.08 a 23.08


17.08 (segunda-feira) - Mateus, capítulos 1 a 5.
18.08 (terça-feira) - Mateus, capítulos 6 a 10.
19.08 (quarta-feira) - Mateus, capítulos 11 a 15.
20.08 (quinta-feira) - Matues, capítulos 16 a 20.
21.08 (sexta-feira) - Mateus, capítulos 21 a 25.
22.08 (sábado) - Mateus, capítulos 26 a 28 e Marcos, capítulos 1 e 2.
23.08 (domingo) - Marcos 3 a 7.

Início do Novo Testamento.
Conclusão do Evangelho de Mateus.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Exemplar mais antigo da Bíblia é colocado na internet

"Codex Sinaiticus" foi escrito em grego no século IV

Cerca de 800 páginas do exemplar mais antigo da Bíblia foram restauradas e estão disponíveis para consulta na internet.
Os visitantes poderão ver imagens de mais de metade do manuscrito Codex Sinaiticus, escrito em grego em folhas de pergaminho no século 4.
O projeto envolveu especialistas da Grã-Bretanha, Alemanha, Egito e Rússia, e, segundo eles, apresenta muitas possibilidades de pesquisa no futuro.
"O Codex Sinaiticus é um dos maiores tesouros escritos do mundo", afirmou Scot McKendrick, diretor de manuscritos ocidentais da Biblioteca Britânica, em Londres.
"Este manuscrito de 1,6 mil anos é uma janela para se entender o desenvolvimento do início do Cristianismo, e se trata de uma evidência em primeira mão de como o texto da Bíblia foi transmitido de geração a geração", disse McKendrick.
"A disponibilidade do manuscrito virtual para estudiosos de todo o mundo cria oportunidades para trabalhos de pesquisa conjuntos que não seriam possíveis até o momento."
Segundo o especialista, a versão original do Codex Sinaiticus continha cerca de 1.460 páginas - cada uma medindo 40 cm por 35 cm.
Por 1,5 mil anos, o manuscrito ficou preservado em um mosteiro na Península do Sinai, no Egito. Em 1844, ele foi encontrado e dividido entre Egito, Rússia, Alemanha e Grã-Bretanha.
Acredita-se que o documento resistiu ao tempo porque o ar do deserto é ideal para a conservação do pergaminho, e porque o mosteiro permaneceu intocado por todos esses anos.
Para marcar o lançamento do site http://www.codexsinaiticus.org/, a Biblioteca Britânica está realizando uma exposição em sua sede, em Londres, que incluiu vários artefatos históricos ligados ao manuscrito.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Púlpito Digital


“O mundo é a minha paróquia!”, bradou John Wesley, no fim do século 18, com a plena consciência de que a missão da Igreja passa, necessariamente, pela porta dos templos e se completa para fora dos seus arraiais. Ou, para ser um pouco menos denominacional, basta lembrar das palavras de Jesus, convocando todos para serem suas testemunhas, em Jerusalém, Judéia, Samaria e até os confins da terra (Atos 1.8).

O sociólogo canadense Marshall McLuhan teorizou, nos anos 1960, o surgimento da chamada “aldeia global” – e, menos de duas décadas depois, a internet ajudou a concretizar a idéia. Embora ainda estejamos longe de ser a comunidade utópica preconizada por McLuhan – seja pela exclusão digital, seja pela carência de tecnologia –, parece que as coisas estão mudando. Novas ferramentas da grande rede, como os sites de relacionamentos tipo Orkut e os blogs, têm contribuído para uma tribalização pós-moderna. É a paradoxal “volta da tradição oral”, necessária para o surgimento da aldeia imaginada por McLuhan. Tudo bem que os blogs podem suscitar intermináveis discussões éticas e filosóficas, já que são tribunas para todo tipo de assunto. Mas também têm se tornado um grande púlpito para a pregação das boas novas do Reino de Deus. Por isso, se você ou sua igreja não têm um, aqui vão algumas dicas para quem deseja iniciar-se:

Escreva sobre algo que você conhece – Informação só é importante quanto se transforma em conhecimento. Fale sobre assuntos que você domina. Conteúdo é tudo!

Defina bem o seu público – Quanto mais segmentado for o blog, melhor; afinal, você saberá qual a linguagem utilizar e as particularidades do seu leitor.

Valorize a interação – Nunca deixe de responder a um visitante, por mais irrelevante que possa parecer o comentário. Nunca se esqueça de que existem mais de 80 milhões de blogs – e de que, dentre todos, seu foi o escolhido e motivou alguma reação.

Atualização é fundamental – Torne a atualização do seu blog uma rotina. Se algum visitante em busca de novidades der de cara com a mesma informação, tenha certeza: você acaba de perdê-lo.

Nunca fale em “miguxês” – “C naum sabi o q eh?” Trata-se dessa nova forma de “linguagem”, criada por adolescentes, indefectível em salas de bate-papo ou programas de mensagens instantâneas. Se você quer dar credibilidade ao seu blog, evite-a, a não ser que seja uma escolha deliberada para atingir esse tipo de público.

Confira algumas sugestões de sites que ajudam o internauta a criar um projeto de blog:

Blogger (www.blogger.com) – Umas das principais e mais fáceis ferramenta para a criação de blogs.

Technorati (www.technorati.com) – Fundamental para a indexação do seu blog. Além disso, o Technorati permite visualizar as reações aos seus posts e onde seu blog está sendo indicado.

Google Analytics (http://www.google.com.br/analytics/pt-BR/) – Quer saber quem visita seu blog? Quais as áreas mais populares? De onde vêm seus visitantes? O tempo que eles ficam navegando ali? É só se inscrever no Google Analytics

Blog do Dan Cort (http://dancort.gospelmais.com.br/) – Blog com muitas dicas sobre tecnologia e a blogosfera. Não deixe de ler o post “10 dicas para elevar a qualidade de seus posts”

Comunidade Blogosfera Cristã no Orkut (http://tinyurl.com/2g7az4) – Uma comunidade de blogueiros cristãos, com discussões e dicas muito interessantes. Detalhe: Ali, você fica sabendo que um encontro de blogueiros crentes está sendo programado para o começo do ano que vem!
Matéria extraída da revista Cristianismo Hoje.

Leitura Bíblica da Semana - 11.05 a 17.05

11.05 (segunda-feira) - Jó, capítulos: 6 a 10.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

A Vida Vitoriosa


O que é ter uma vida vitoriosa? Para alguns é ter seus problemas resolvidos, sejam eles sentimentais, financeiros, familiares, espirituais, e, inclusive, todos eles. Mas será que a vitória na vida cristã se baseia somente na solução de problemas?

Quantos dos chamados hérois da fé (bíblicos e não bíblicos) padereceram em persiguições, traições, ou tiveram fome, sede etc. Será que a vitória é restrita somente ao campo individual? É claro que queremos o melhor para nós e para nossas famílias. Mas, como cristãos, a vitória deveria ser buscada também no âmbito da comunidade (para com os da fé e os da sociedade) e do Reino.

Há um bom livro chamado Discípulado Dinâmico, de Gary W. Kuhne, que traz diretrizes de como ajudar o novo convertido a crescer, a alcançar outros e a se integrar bem na vida da igreja. Nele, há um capítulo chamado A Vida Vitoriosa, que acredito ser de extrema importância para os nossos valores acerca da vitória.

Para o autor, é preciso observar alguns pontos para se ter uma vida vitoriosa:

1- Certificar-se de que estamos em Cristo - todo crente deve procurar ter certeza de sua posição em Cristo. "Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados." (2Co 13.5).

2- Ter constância na oração e no momento devocional - é essencial cultivar o hábito da oração e do momento devocional diariamente. "Desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação". (1Pe 2.2).

3- Ter constância na comunhão com outros crentes - um crente isolado dos outros esfria-se espiritualmente e é derrotado com mais facilidade. O crescimento espiritual recebe um forte impulso na comunhão com os outros. "Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima". (Hb 10.24,25).

4- Certificar-se de ques está cheio do Espírito Santo - O Espírito Santo é a fonte de todo poder para nossa vida e das transformações que nela se passam. O texto de Efésios 5.18 ensina claramente que a plenitude do Espírito Santo é um processo contínuo: "E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito." (Ef. 5.18). O verbo "enchei-vos" significa realmente estai sendo cheios. Portanto fala de uma ação contínua. As condições para sermos cheios são: a) Desejar - é preciso que realmente queiramos que Deus passe a controlar nossa vida; b) Entregar-se - temos de provar nosso desejo de ser cheios, entregando a Ele o controle de nossa vida; e c) Purificação - precisamos confessar qualquer pecado que ainda não tenha sido confessado, como pré-requisito para sermos cheios do Espírito, pois Deus não enche um vaso impuro.

5- Aprender a vencer as tentações e o pecado - tentações não são pecados, mas, apenas um impulso inicial para se cometer um pecado. Precisamos saber que Deus prometeu dar-nos a vitória sobre o pecado, se buscarmos Nele o poder e a libertação. Sofreremos tentações, mas precisamos estar preparados para elas. As tentações nos vêm de três fontes: o mundo, a carne e o diabo. "Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar." (1Co 10.13). "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." (1Jo 1.9).

6 - Cultivar o hábito da obediência - é extrenamente vital cultivar o hábito de obedecer a tudo que Deus lhe ordena e lhe determina, com autodisciplina e persistência. É bom observar que só conseguimos fazer dessa obediência um modo de vida, quando seguimos os mandamentos de Deus, a despeito daquilo que possamos sentir. "E aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável." (1Jo 3.22).

7 - Permanecer no centro do plano divino - somente quando se está conscientemente vivendo no centro da vontade de Deus é que o crente tem a vida plena e abundante que Deus promete aos salvos. O plano de Deus para nós é bom e perfeito em todos os aspectos. "Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração." (Cl 3.15).

8 - Tornar-se uma testemunha eficaz do evangelho - qualquer um que deseje realmente crescer em Cristo precisa empenhar-se no testemunho do evangelho. Um bom modo de evangelizar e dar nosso testemunho pessoal. "Mas recebereis poder; ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra." (At 1.8).

9 - Aumentar o conhecimento da Palavra de Deus - o crescimento espiritual está intimamente relacionado com nosso conhecimento da Palavra de Deus. Embora esse conhecimento, por si só, não produza o crescimento, por outro lado, os outros fatores citados, sem o conhecimento, não produzem a verdadeira maturidade espiritual. É preciso que haja um bom equilíbrio na vida do novo crente. "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra." (2Tm 3.16,17).

10- Viver pela fé - talvez a coisa mais importante que possamos fazer é conseguir que deixemos de nos orientar pelos sentimentes e passemos a dirigir-nos por fatos. Devemos aprender a depositar fé naquilo que Deus diz, em vez de naquilo que sentimos. É a única maneira de perseverar sempre na obediência, de ser constante no momento devocional e na oração, e em todos dos outros elementos que constituem a vida cristã vitoriosa. Devemos apredender a confiar na Palavra de Deus, sabendo que ela contém as soluções para os nossos problemas, e obedecermos sempre às orientações dela, quer tenhamos vontade ou não. Esse é o único meio da fé resistir em momentos de grandes provações, quando as emoções são negativas. "Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, pela fé assim andai nele." (Cl 2.6).


Cabe a cada um refletir qual o verdadeiro significado de vitória para a sua vida. Refletir se esse significado está de acordo com o pensamento de Deus sobre vitória. Que possamos verificar se nossas intenções de vitória são baseadas somente na vaidade ou se realmente são primordiais para uma vida íntegra, principalmente diante de Deus.

Nele, que nos deu a vítoria na Cruz e alí estabeleceu a nossa promessa: a vida eterna.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 23.04.2009

1 Crônicas, capítulos: 14 a 18.
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segunda-feira, 20 de abril de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 22.04.2009

1 Crônicas, capítulos: 9 a 13.
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Leitura Bíblica de Hoje! - 21.04.2009


1 Crônicas, capítulos: 4 a 8.
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A historicidade da ressurreição de Jesus.


Nicholas Thomas Wright é estudioso do Novo Testamento e profundo conhecedor de História Antiga. Na impossibilidade da reconstituição dos fatos históricos, Wright defende a historicidade da ressurreição de Jesus por meio de argumentos interessantíssimos, tão desconhecidos no Brasil quanto o próprio Wright. O assunto é da maior importância, sem dúvida, pois "se Cristo não ressuscitou, ilusória é a vossa fé" (1 Coríntios 15: 17). Segue um resumo das idéias centrais de Wright.

Para começar, o historiador levanta questão da originalidade da idéia de ressurreição tal qual ela é apresentada pelo cristianismo primitivo. A ressurreição corporal de Jesus é uma idéia completamente nova em relação à civilização helenística e também a judaica. As duas civilizações têm idéias que se relacionam à vida após a morte (o Hades, dos gregos, por exemplo, ou a ressurreição de todo o povo no fim dos tempos, dos judeus), mas nenhuma delas traz à tona o fato de um homem, depois de morto, reaparecer aos vivos em carne e osso, corporificado.

Em segundo lugar, Wright ressalta a centralidade que o fato ressurreição tem para o cristianismo primitivo, enquanto as doutrinas da vida após a morte nas seitas judaicas ou inexistem ou têm caráter secundário. Por que essa questão ganharia aspecto central na nova religião, caso não estivesse fundamentada em um fato?

Em terceiro, a unanimidade existente em torno da idéia de ressurreição entre os cristãos primitivos. Transcrevo um trecho de Wright:“por que os primeiros cristãos tinham essa muito nova, mas admiravelmente unânime, opinião a respeito da ressurreição? [...] É claro, todos os primeiros cristãos diziam que tinham essa opinião por causa do que acreditavam a respeito de Jesus. Agora, se a idéia de que Jesus se ergueu dos mortos só aparecesse depois de vinte ou trinta anos de cristianismo, como muitos estudiosos céticos têm suposto, encontraríamos muitas facções que não aceitariam a ressurreição, e aquelas que aceitassem lhe dariam uma forma diferente daquela específica do cristianismo primitivo. Assim, a ampla e unânime aceitação da crença na ressurreição pelos primeiros cristãos força-nos a dizer que alguma coisa certamente aconteceu para moldar e colorir todo o movimento cristão”.

Outro argumento interessante de Wright é o fato de os quatro Evangelhos apresentarem as mulheres como primeiras testemunhas da ressurreição de Jesus. Ora, mulheres não tinham nenhuma credibilidade naquele contexto histórico, tanto que Celso (século II d.C.) escarnece da ressurreição dizendo: “Essa fé se baseia apenas no testemunho de algumas mulheres histéricas”. Então, se os Evangelhos tivessem sido escritos para persuadir, evitariam usar as mulheres como testemunhas. Se as colocaram nesse papel, foi porque elas efetivamente desempenharam esse papel, isto é, testemunharam o fato da ressurreição.

Wright ressalta ainda que nos, quatro Evangelhos, a narrativa da ressurreição não tem caráter doutrinário e teológico, como vai adquirir nos Atos dos Apóstolos e nas Epístolas de São Paulo. O evento é simplesmente narrado e ponto (particularmente em Marcos, o Evangelho mais antigo). Diga-se também que é narrado sem as tradicionais alusões ao Antigo Testamento, o que aponta para o surgimento de uma tradição oral baseada em efetivos testemunhos de um fato: a ressurreição pessoal e intransferível de Jesus, fato que fundamenta a consolidação do cristianismo entre os primeiros discípulos, após a crucificação do mestre, bem como a expansão dessa crença em grupos de pessoas cada vez numerosos.

Fonte: Site CACP.

Leitura Bíblica de Hoje! - 20.04.2009

2 Reis, capítulos: 24 e 25; e 1 Crônicas, capítulos: 1 a 3.
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Conclusão do livro de 2 Reis.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

O Ministério Cristão


Paulo, escrevendo a Timóteo, recomenda o seguinte (II Timóte 4:1-5):

1 Conjuro-te diante de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos, pela sua vinda e pelo seu reino;
2 prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo, admoesta, repreende, exorta, com toda longanimidade e ensino.
3 Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos,
4 e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas.
5 Tu, porém, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério.

Analisando o mundo em que vivemos, vejo próximo o momento em que as pessoas estarão tão entregues às suas cobiças que não agüentarão a sã doutrina. Mas como continuar a pregação? Como fazer-nos ouvir? Qual o ministério mais eficiente para a pregação da Palavra recomendada por Paulo no versículo 2?

Acho que a resposta está em II Coríntios 3:18:

Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.

O nosso ministério deve ser, inicialmente e principalmente, o de possuirmos o caráter de Cristo. Termos o caráter e a natureza transformados por Cristo.

Consideremos as transformações que resultam da pornografia. Alguns homens começam com fotos de mulheres nuas e acabam afundando na pornografia infantil. Homens casados não conseguem satisfazer a lascívia com pornografia, então partem para casos extra-conjugais. Eles juraram que dariam a vida pelos filhos, mas agora querem abandonar a família sem dor ou vergonha. O seu caráter se desintegra rapidamente. Foram metamorfoseados em homens diferentes.

Então, por que não mudarmos o nosso caráter também, por meio de Cristo Jesus?

Essa transformação não ocorre de repente, instantaneamente. Trata-se de uma mudança diária, mediante a contemplação da face do Senhor. Pararmos e analisarmos o caráter, a postura e a natureza de Jesus.

O importante não é um ministério grandioso, numeroso ou famoso. A importância está na fidelidade a Jesus.

No dia do julgamento, acredito que muitos dos “heróis da fé” serão pessoas anônimas, sem sobrenomes famosos, mas que foram fieis à vontade do Senhor.
Somente conseguiremos (e precisamos) continuar a pregação poderosa, a sã doutrina e a repreensão piedosa mediante a transformação diária de nosso caráter, pois vai chegar o tempo em que o mundo não quererá mais ouvir a Palavra. A humanidade se tornará tão obcecada pelo prazer e suas cobiças, que ignorará totalmente a igreja. Pregação e doutrina não terão absolutamente nenhum impacto sobre uma sociedade doente.

O que fazer então? Tu, porém, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério (II Timóteo 4:5).

Ainda que haja sofrimento, perseguição e angústia, devemos continuar a pregação, fazendo a obra de um evangelista e cumprindo o nosso ministério: "Sou grato para com aquele que me fortaleceu, Cristo Jesus, nosso Senhor, que me considerou fiel, designando-me para o ministério" (I Timóteo 1:12).

Que o Senhor nos dê força e capacitação para uma transformação diária de vida, por amor a Ele, a nós mesmos e aos próximos.


Nele, que nos proporciona transformação diária por meio do seu Espírito, doce e Santo.

Leitura Bíblica de Hoje! - 17.04.2009

2 Reis, capítulos: 9 a 13.
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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 16.04.2009

2 Reis, capítulos: 4 a 8.
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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Darwin não é unanimidade.

Esse artigo foi pubicado em 2006, mas continua sendo interessante.

Quem disse que Darwin é unanimidade? Cientistas doutorados proclamam suas dúvidas acerca da Teoria de Darwin.
Mais de quinhentos cientistas doutorados assinaram uma declaração que expressa publicamente seu ceticismo a respeito da teoria contemporânea da evolução darwiniana.
A declaração diz: “Somos céticos das afirmações defendendo a capacidade da mutação casual e seleção natural para explicar a complexidade da vida. Deve-se incentivar um exame cuidadoso da evidência em prol da teoria darwiniana”.
A lista dos 514 signatários inclui cientistas membros da Academia Nacional de Ciências da Rússia e dos EUA. Os signatários incluem 154 biólogos, a maior disciplina científica representada na lista, bem como 76 químicos e 63 físicos. Todos eles têm doutorado em ciências biológicas, física, química, matemática, medicina, ciência da computação e disciplinas relacionadas. Muitos são professores ou pesquisadores em importantes universidades e instituições de pesquisas, tais como: o MIT; o Instituto Smithsoniano; a Universidade de Cambridge; a Universidade da Califórnia, em Los Angeles; a Universidade da Califórnia, em Berkeley; a Universidade de Princeton; a Universidade da Pensilvânia; a Universidade Estadual de Ohio; a Universidade da Geórgia; e a Universidade de Washington.
O Instituto Discovery publicou, pela primeira vez, sua lista de “Dissidência Científica” contra o darwinismo em 2001 para desafiar falsas declarações sobre a evolução darwiniana feitas na promoção da série Evolution, transmitida pelo canal PBS. Na época, a série afirmava que “virtualmente todos os cientistas do mundo crêem que a teoria é verdadeira”.
“Os darwinistas continuam afirmando que nenhum cientista sério duvida da teoria. Contudo, aqui estão mais de quinhentos cientistas dispostos a tornar público seu ceticismo acerca da teoria”, disse o dr. John G. West, diretor associado do Centro de Ciência & Cultura do Instituto Discovery. “Os esforços dos darwinistas para usar os tribunais, os meios de comunicação e os comitês acadêmicos para suprimir a dissidência e reprimir o debate estão, na verdade, inflamando mais dissidência e inspirando mais cientistas a pedir sua inclusão na lista”.
De acordo com o dr. West, foi o crescimento rápido no número de dissidentes científicos que incentivou o Instituto a lançar um site — http://www.dissentfromdarwin.org — para dar à lista um lugar permanente. O site é a resposta do Instituto à demanda de informações e acesso à lista por parte do público e de cientistas que querem que seus nomes sejam acrescentados à relação.
“A teoria da evolução de Darwin é o grande elefante branco do pensamento contemporâneo”, disse o dr. David Berlinski, um dos signatários originais, que é matemático e filósofo científico no Centro de Ciência & Cultura do Instituto Discovery. “A teoria de Darwin é volumosa, quase completamente inútil, e objeto de veneração supersticiosa”.
Outros signatários proeminentes incluem o dr. Philip Skell, membro da Academia Nacional de Ciências dos EUA; o dr. Lyle Jensen, membro da Associação Americana para o Avanço da Ciência; o dr. Stanley Salthe, biólogo evolucionário e autor de livros escolares; o dr. Richard von Sternberg, biólogo evolucionário do Instituto Smithsoniano e pesquisador do Centro Nacional de Informações de Biotecnologia dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA; o dr. Giuseppe Sermonti, editor da Rivista di Biologia, o mais antigo periódico do mundo sobre biologia ainda em circulação; e o dr. Lev Beloussov, embriologista da Academia de Ciências Naturais da Rússia.Veja a lista completa aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/feb/06022204.html

terça-feira, 14 de abril de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 15.04.2009

I Reis, capítulos: 21 e 22; e II Reis, capítulos: 1 a 3.
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Conclusão do livro de I Reis.

Leitura Bíblica de Hoje! - 14.04.2009

I Reis, capítulos: 16 a 20.
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quinta-feira, 9 de abril de 2009

A festa da páscoa

A páscoa é a festa instituída em lembrança da morte dos primogênitos do Egito e da libertação dos Israelitas. O seu nome deriva de uma palavra hebraica que significa a passagem do anjo exterminador, sendo poupadas as habitações dos israelitas, cujas portas tinham sido aspergidas com o sangue do cordeiro pascal (Ex.12.11-27). Chama-se a "páscoa do Senhor", a "festa dos pães asmos"(Lv 23.6, Lc 22.1), os dias dos "pães asmos" (At.12.3,20.6).

A palavra páscoa é aplicada não somente à festa no seu todo, mas também ao cordeiro pascal, e à refeição preparada para essa ocasião solene(Lc.22.7,1Co 5.7, Mt 26.18-19, Hb 11.28). Na sua instituição, a maneira de observa a páscoa era da seguinte forma: o mês da saída do Egito (nisã-abibe) devia ser o primeiro mês do ano sagrado ou eclesiástico; e no décimo quarto dia desse mês, entre as tardes, isto é, entre a declinação do sol e o seu ocaso, deviam os israelitas matar o cordeiro pascal e abster-se de pão fermentado. No dia seguinte, o 15°, a contar desde as 6 hrs do dia anterior, principiava a grande festada páscoa, que durava 7 dias; mas somente o 1° e o 7° dias eram particularmente solenes. O cordeiro morto tinha que ser sem defeito, macho e do 1° ano. Quando não fosse encontrado o cordeiro, podiam os israelitas matar um cabrito. Naquela mesma noite devia ser comido o cordeiro, assado, com pão asmo, e uma salada de ervas amargas, não devendo, além disso, serem quebrados os ossos. Se alguma coisa ficava para o dia seguinte, era queimada. Os que comiam a páscoa precisavam estar na posição de viajantes, cingidos os lombos, tendo os pés calçados, com os cajados na mão, alimentando-se apressadamente. Durante os 8 dias da páscoa não se podia comer pão levedado, embora fosse permitido prepara comida, sendo isto, contudo, proibido no sábado (Ex.12).

A páscoa era uma das 3 festas em que todos os varões haviam de "aparecer diante do Senhor" (Ex.26.14-17). Era tão rigorosa a obrigação de guarda a páscoa, que todo aquele que a não cumprisse seria condenado a morte(Nm 9.13); mas aqueles que tinham qualquer impedimento legítimo, como jornada, doença ou impureza, tinha que adiar sua celebração até ao segundo mês do ano eclesiástico, o 14° dia do mês iyyar (abril e maio). Vemos um exemplo disso no tempo de Ezequias (1Cr 30.2-3).

Segundo o Novo Testamento, Cristo é o sacrifício da Páscoa. Isso pode ser visto como uma profecia de João Batista, no Evangelho de São João: "Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo" (João, 1.29) e uma constatação de São Paulo "Purificai-vos do velho fermento, para que sejais massa nova, porque sois pães ázimos, porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi imolado." (1Co 5.7).

Jesus Cristo, desse modo, é tido pelos cristãos como o Cordeiro de Deus que foi imolado para salvação e libertação de todos do pecado. Para isso Deus teria designado sua morte exatamente no dia da Páscoa judaica para criar o paralelo entre a aliança antiga, no sangue do cordeiro imolado, e a nova aliança, no sangue do próprio Jesus imolado.

Como, segundo a tradição cristã sustentada no Novo Testamento, Jesus ressuscitou num Domingo (Mc 16.9), surgiu a prática da Igreja se reunir aos domingos, e não aos sábados, como faziam e fazem os judeus (sabbath).

Leitura Bíblica de Hoje! - 09.04.2009 a 12.04.2009

09.04.2009 - II Samuel, capítulos: 15 a 19.
Conclusão do livro de II Samuel.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 08.04.2009

II Samuel, capítulos: 10 a 14.
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terça-feira, 7 de abril de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 07.04.2009

II Samuel, capítulos 5 a 9.
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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 06.04.2009

I Samuel 31 e II Samuel, capítulos: 1 a 4.
Clique aqui para acessar os textos.
Conclusão do livro de I Samuel.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 05.04.2009

I Samuel, capítulos: 26 a 30.
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Leitura Bíblica de Hoje! - 04.04.2009

I Samuel, capítulos: 21 a 25.
Clique aqui para acessar os textos.

Leitura Bíblica de Hoje! - 03.04.2009

I Samuel, capítulos: 16 a 20.

Clique aqui para acessar os textos.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 02.03.2009

I Samuel, capítulos: 11 a 15.
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segunda-feira, 30 de março de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 30.03.2009

Rute, capítulos: 2 a 4; e 1 Samuel, capítulo: 1.
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Conclusão do livro de Rute.

sexta-feira, 27 de março de 2009

O mistério dos manuscritos do Mar Morto


Estudo revela que os essênios, grupo judaico que despreza os valores da vida mundana e se dedica à caridade, ao qual se atribui a autoria dos pergaminhos que registram o início da era cristã, podem nunca ter existido.

Uma sociedade ideal, que despreza os valores da vida mundana como o dinheiro e a posse de terras, respeita os idosos, rejeita a escravidão e se dedica à caridade. Assim seriam os essênios, um grupo de judeus cuja origem data de dois séculos antes de Cristo e que desapareceu no ano 70 d.C., quando o general romano Tito liderou o massacre de Jerusalém.

Antes de serem aniquilados, os essênios teriam dado um passo importante para a preservação da história ao esconderem em potes espalhados por 11 cavernas na região de Qumran, junto ao Mar Morto, no deserto da Judeia, documentos em que teriam relatado práticas, crenças e hábitos do início da era cristã.

Encontrados entre os anos de 1947 e 1956, os 930 pergaminhos conhecidos como Manuscritos do Mar Morto revelaram, entre outras coisas, os textos bíblicos mais antigos de que se tem notícia. Para muitos, trata-se da maior descoberta arqueológica do século XX. O alicerce dessa história, porém, foi abalado na semana passada pela israelense Rachel Elior, uma professora de misticismo judaico. Depois de passar uma década lendo minuciosamente os pergaminhos, ela concluiu que os essênios nunca existiram: "Eles são uma lenda", afirma.

Rachel, que é da Universidade Hebraica de Jerusalém, sustenta a tese argumentando que é de se estranhar que os essênios, uma vez autores dos manuscritos, não façam qualquer referência a si próprios nos textos. "Que eles não sejam os autores não é novidade, muitos especialistas já defendiam isso", afirma o teólogo Pedro Vasconcellos, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). "Daí a dizer que nunca existiram é bombástico. Eu me assustei." Para Paulo Nogueira, que leciona literatura do cristianismo primitivo na Universidade Metodista, em São Bernardo do Campo, São Paulo, a hipótese da existência dos essênios, sob a luz da pesquisa dos manuscritos, é frágil. "Nesse caso, a contra-hipótese de Rachel não é absurda", diz ele. "Ela radicalizou uma postura, chutou um balde que já estava à beira do abismo."

Muito do que se sabe, hoje, sobre os essênios foi escrito por Flavio Josefo, um historiador que viveu no século I d.C. Ele relatou também as trajetórias de saduceus e fariseus, outros dois grupos religiosos que existiram na era cristã no território que hoje é Israel. Segundo Josefo, os cerca de quatro mil essênios viveram em oposição ao mandamento bíblico que exigia o matrimônio e a procriação, não se alimentavam de animais mortos, ficavam imergidos na água a cada manhã e proibiam a expressão da raiva. Práticas que os elevariam à condição de uma sociedade dissidente e esotérica, não fosse sua história uma utopia, como defende a professora Rachel. Para ela, quando se refere aos essênios, Josefo, considerado pelos judeus um dos maiores historiadores da época, estaria exercitando a literatura e não uma descrição histórica. "Não faz sentido haver milhares de pessoas vivendo de forma contrária à lei judaica e não existir qualquer referência a elas em nenhum texto hebraico ou aramaico", diz a israelense.

A quem caberia, então, a paternidade dos manuscritos? De acordo com a professora da Universidade de Jerusalém, os escritores se identificam nos textos como sacerdotes filhos do judeu saduceu Zadok, um grupo mais vinculado ao judaísmo oficial de Jerusalém. "É problemático (eles serem os autores) porque os manuscritos revelam manifestações ou tendências não tão alinhadas à ortodoxia daquela época. Portanto, ou são a expressão de uma dissidência judaica ou de um judaísmo multifacetado", pondera Vasconcellos, da PUC. "No fim das contas, Rachel quis substituir um grupo por outro. Mas a discussão daqui para a frente tem de ser sobre a existência ou não dos essênios." Esse é o enigma.

Fonte: Revista Isto É

Leitura Bíblica de Hoje! - 27.03.2009

Juízes, capítulos: 11 a 14.
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quinta-feira, 26 de março de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 26.03.2009

Juízes, capítulos: 7 a 10.
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quarta-feira, 25 de março de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 25.03.2009

Juízes, capítulos: 3 a 6.
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terça-feira, 24 de março de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 24.03.2009

Josué, capítulos: 23 e 24; e Juízes, capítulos: 1 e 2.
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Conclusão do livro de Josué.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 23.03.2009

Josué, capítulos: 19 a 22.
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sexta-feira, 20 de março de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 20.03.2009

Josué, capítulos: 7 a 10.
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quarta-feira, 18 de março de 2009

Conflito Entre Ciência e Fé?



O que é científico e o que não é científico? Os parâmetros para decidir essa questão não são estabelecidos pelo próprio homem? Quem não quer saber nada de Deus tentará negar Sua existência usando a ciência. Mas é justamente a ciência que chega aos seus limites diante da grandeza de Deus.

“...o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Rm 1.19-20).

O homem cria sua própria imagem de Deus por não aceitar o Deus da Bíblia, pois este o acusa de pecado e não minimiza os erros humanos. Em uma edição da Schweizerische Kirchenzeitung (Jornal Eclesiástico Suíço), o teólogo Bernd Ruhe manifesta sua irritação com a certeza de salvação dos crentes e sua “maneira anticientífica de lidar com a Bíblia”. Sua “concepção dualista sobre o homem e o mundo” andaria de mãos dadas com uma “visão de Deus francamente monstruosa e repugnante”: para eles, Deus seria tão grande porque consideram o homem muito pequeno. Assim, Jesus seria o guia em um mundo “perdido”, “escuro” e “confuso”, onde o diabo dita as regras.

É lamentável que afirmações como essas partam de um teólogo, que deveria conduzir as pessoas às verdades da Bíblia ao invés de impedi-las de se aprofundar no que o Senhor ensina. Afinal, o que é científico e o que não é? Será que é científico não crer na segurança da salvação, que a Bíblia ensina tão claramente? Na Primeira Epístola de João lemos: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus” (1 Jo 5.13). Devemos nos relacionar com a Bíblia cientificamente ou através da fé? Até agora a ciência séria sempre teve de dar razão à Bíblia; a verdade bíblica, porém, não cai por terra ou se mantém por causa da aprovação da ciência. Será anticientífico Deus ser tão grande e o homem tão pequeno? Ou a ciência alcança seus limites com tanta freqüência justamente porque Deus e Sua obra são tão grandes?

É anticientífico Jesus ser o Guia para um mundo que vive na escuridão, um mundo perdido e confuso, em que o diabo domina os homens? O pecado no coração humano, sua tendência ao egoísmo e para o mal podem ser explicados cientificamente? E a morte, a ressurreição e a ascenção de Jesus? Elas são científicas, anticientíficas ou simplesmente divinas? O homem busca desculpas pseudocientíficas para esconder-se por trás delas, pois teme a Palavra de Deus. Nesse sentido, nada mudou desde o primeiro casal de seres humanos no Éden. Pois Adão já disse a Deus: “Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi” (Gn 3.10).

Louis Pasteur, notável médico e cientista francês, reconheceu justamente através da ciência que a Bíblia tem razão. Ele escreveu: “É em nome da ciência que proclamo a Jesus Cristo como Filho de Deus. Minha concepção de ciência, que valoriza muito a relação entre causa e efeito, simplesmente me obriga a reconhecê-lO. Minha necessidade de adorar encontra em Jesus sua mais plena satisfação” (Nimm dir einen Augenblick Zeit, H. Bruns).

Louis Pasteur: “É em nome da ciência que proclamo a Jesus Cristo como Filho de Deus”.

A ciência, corretamente aplicada, pode servir a Deus. Mas quando é usada contra Deus ela prejudica os seres humanos. Pois é a Bíblia que produz o verdadeiro conhecimento. Há milênios as profecias bíblicas cumprem-se com exatidão única. Por exemplo, a criação de um novo Estado de Israel foi cumprimento de profecias bíblicas. Hoje podemos ver e acompanhar a realização das profecias de Jesus sobre o restabelecimento do Estado de Israel, sobre Sua volta e os sinais a ela relacionados. Os alegados “erros científicos” da Bíblia acabam sendo revisados constantemente e passam a ser considerados corretos. Muitos foram, na verdade, antecipações de descobertas que o homem só veio a fazer mais tarde. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o reconhecimento de que a terra está suspensa no espaço. A respeito, já lemos no livro de Jó: “Ele estende o norte sobre o vazio e faz pairar a terra sobre o nada” (Jó 26.7). Os resultados das pesquisas arqueológicas e históricas também confirmam continuamente as declarações bíblicas.

Por fim, há ainda o misterioso poder que a Bíblia exerce sobre as pessoas. Quem atende ao que as Sagradas Escrituras ensinam é transformado totalmente, sendo renovado de maneira completa. Lemos na Primeira Epístola de Pedro: “Pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas da incorruptível, mediante a Palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1 Pe 1.23). Apenas aqueles que não crêem no que a Bíblia diz em seu texto original, inspirado por Deus, é que lidam de maneira realmente anticientífica com a Palavra do Eterno!

Fonte: artigo de Norbert Lieth (www.chamada.com.br).

Pressupostos da Teologia Liberal

1) A Bíblia como livro mitológico – A primeira característica da teologia liberal é considerar que a Bíblia é um documento humano, ou seja, não crêem no caráter sobrenatural das Escrituras. Consideram-na um livro igual a qualquer outro, um livro que reproduz a história de Israel (Antigo Testamento) e da Igreja primitiva (Novo Testamento), mas que seriam resultado da cultura e da história, tendo o mesmo valor que outros textos religiosos e mitológicos que têm sido encontrados pelos historiadores.Trata-se, mais uma vez, de um grande absurdo, pois a Bíblia é, sem dúvida, um livro escrito por homens, ao longo de mais de mil anos de história, mas é uma unidade que ultrapassa as diferenças culturais, históricas e individuais de cada um de seus escritores. Só o tempo de elaboração da Bíblia e as diferenças brutais dos fatores que cercam a elaboração de cada um de seus livros já mostra que é impossível considerar a Bíblia como um simples livro humano. Bem pelo contrário, a Bíblia revela-se como a Palavra de Deus, na medida em que suas profecias têm se cumprido literalmente (que o digam as profecias a respeito de Jesus, todas comprovadamente anteriores ao ministério terreno de Cristo e que se cumpriram integralmente), bem como em que se percebe uma unidade incrível entre seus mais diversos textos, como, por exemplo, a impressionante complementaridade entre Gênesis e Apocalipse, redigidos num espaço de mais de mil anos, ou entre Daniel e Apocalipse, redigidos num intervalo superior a quinhentos anos.

Como se não bastasse isso, muitas das especulações surgidas através dos críticos bíblicos ou dos teólogos liberais ao longo destes três séculos de influência racionalista no estudo das Escrituras têm sido desmentidas entre si ou cabalmente desmentidas pelas descobertas arqueológicas. Assim, por exemplo, durante muito tempo, muitos teólogos liberais passaram a duvidar da existência histórica do rei Davi (aliás, é comum entre os teólogos liberais colocarem em dúvida a existência desta ou daquela personagem bíblica) ou, quando muito, a achar que Davi não teria passado de um pequeno chefe tribal sem qualquer expressão na Palestina. Entretanto, recentemente, a arqueóloga israelense Eilat Mazar descobriu os escombros do palácio de Davi tal como descrito em II Sm.5:11-12. Este fato, como outros, mostra claramente que a Bíblia é a verdade, ao contrário das mirabolantes teorias dos teólogos liberais ou que por eles sejam acolhidas.

2) O papel dos apologistas cristãos – É bíblico fazer a defesa da fé. Paulo assim se posicionou: “estes, por amor, sabendo que estou incumbido da defesa do evangelho”( Fp 1:16). E o Apóstolo Pedro recomendou preparo para explicar as razões de nossa esperança cristã (I Pe 3:13-15).

Faz-se necessário que, a exemplo do que ocorreu nos primeiros séculos da igreja primitiva, levantem-se, hoje, defensores da fé cristã e das Escrituras Sagradas. Como bem diz o ilustre comentarista, faz falta hoje os “apologetas cristãos”, aqueles que, à luz do desenvolvimento da ciência e da filosofia, mostrem, de forma ordenada, organizada e sistematizada, a sublimidade da Palavra de Deus.

A verdadeira teologia não pode temer as ciências e a filosofia. Estas três manifestações racionais têm como missão precípua a busca da verdade. Ora, todos os homens sabem que a verdade é única e, nós, os crentes, sabemos que a verdade é uma pessoa, a saber, Jesus (Jo.14:6). Portanto, não temos que temer coisa alguma. A teologia parte da verdade, que é a Palavra de Deus. Portanto, a ciência e a filosofia, se estão em busca da verdade, terão de chegar às mesmas conclusões da teologia. A verdadeira teologia não se opõe à ciência. Quem se opõe à verdadeira teologia não é a ciência, mas a ciência falsa (I Tm.6:20). A verdadeira teologia não se opõe à filosofia, mas as vãs filosofias, que não são firmadas na verdade, é que são opostas à verdadeira teologia (Cl.3:8).

CONCLUSÃO

Neste dias de descrença generalizada, de desapontamento com os rumos tomados pela tecnologia e pelo desenvolvimento científico, na desilusão com o progresso, que tem trazido morte ao em vez de felicidade e vida para a humanidade, cumpre a cada servo de Deus, em especial aos estudiosos das Escrituras, continuar a dizer que a solução para o homem somente poderá ser encontrada na Palavra de Deus, o instrumento pelo qual vem a fé salvadora (Rm.10:17). “… A palavra de Deus é doce mais que o mel, o que a toma pela fé, há de ser fiel. Porque Deus nos concedeu o Emanuel, Rocha viva donde mana leite e mel” (refrão do hino 306 da Harpa Cristã).

Este artigo é material compilado. Fonte: CACP

Leitura Bíblica de Hoje! - 18.03.2009

Deuteronômio, capítulos: 33 e 34; e Josué, capítulos: 1 e 2.
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CONCLUSÃO DO LIVRO DE DEUTERONÔMIO!

terça-feira, 17 de março de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 17.03.2009

Deuteronômio, capítulos: 29 a 32.
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segunda-feira, 16 de março de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 16.03.2009

Deuteronômio, capítulos: 25 a 28.
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sexta-feira, 13 de março de 2009

O joio nos campos onde o trigo do avivamento é semeado


Um dos mais elucidativos e oportunos ensinos de Jesus é o da parábola do joio no meio do trigo (Mt 13.24-30, 36-43). Além de fornecer diretrizes prudentes e acertadas, a famosa parábola acalma o coração daqueles que estão à beira de um colapso por causa da realidade e da ousadia do princípio do mal. A descrição que William Hendriksen faz daquele que semeou o joio no campo já semeado de trigo é muito pertinente: “O que esse inimigo faz é mesquinho, cruel, covarde, sádico. Ele espera até que todos estejam em profundo sono, para não ser visto e apanhado em flagrante. Então, sem o menor laivo de consideração por todo o trabalho despendido na lavoura, os gastos incorridos e as esperanças alentadas, ele semeia novamente a lavoura, mas agora com joio”.

A mensagem de Caio Fábio d’Araújo Filho sobre esta parábola, proferida em janeiro deste ano, também é muito apropriada, a começar pelo título: “O silêncio do trigo e a zoada do joio”. Vale a pena transcrever algumas frases:

“É impressionante como o mundo está cheio de trigo, embora seja o joio quem dá as cartas na história.”

“O trigo existe em abundância, mas é discreto, sem voz alta, sem projeto de ser nada além do pão, sem ambição além do chão, sem pretensão de viver sem antes morrer. O joio, entretanto, tem o chão, tem a imagem do trigo, mas não dá fruto nem se torna pão. Por isto, tendo o mesmo chão, tendo a mesma imagem, mas não se tornando chão, o joio não quer morrer, ambicionando existir como clone daquele que dá fruto: o trigo.”

“A questão não é fazer o joio acabar (esse trabalho, segundo Jesus, será dos anjos) -- mas ajudar o trigo a não temer morrer, e, assim, dar muito, muito fruto.”


“O joio continuará tentando substituir o amor pelo poder, a bondade pessoal por instituições de ajuda, boa vontade por engajamento político, misericórdia por militância ideológica, amor ao próximo por serviço religioso, adoração a Deus por “show” musical, pregação da Palavra por sedução mágica, e tudo o mais que o joio se especializou a praticar como estelionato contra a verdade, o amor e a genuína fé.”

A história não deixa dúvida: o joio penetra também nos campos onde o trigo do avivamento é semeado. Na esteira dos avivamentos religiosos há sempre alguma coisa espúria, que empobrece e desvirtua o movimento, embora não o impeça nem o danifique por completo. O historiador Williston Walker lembra que, no clima emocional do início do século 19, insuflado por despertamentos religiosos, surgiram também “vários movimentos que representam significativos afastamentos ou distorções do modelo protestante evangélico”. Alguns deles só se mostraram nocivos vários anos depois. Hoje são grupos fortes e numerosos espalhados pela face da terra, como as Testemunhas de Jeová e os Mórmons.

Quando esteve no Brasil, em 1952, o avivalista e historiador J. Edwin Orr declarou que para cada grande avivamento da história há uma reação contrária, desde John Wycliffe (1329-1384) até Billy Graham. Outro historiador, Mark A. Noll, professor de pensamento cristão do Wheaton College, no estado americano de Illinois, explica que o ambiente propício ao avivamento (religiosidade intensa, mais liberdade individual etc) foi também propício à fragmentação do evangelicalismo nas gerações posteriores a 1830.

Em 1742, oito anos depois do início do Primeiro Grande Avivamento, Jonathan Edwards já advertia o povo do perigo das distorções, mostrando a necessidade de discernir as verdadeiras marcas do arrependimento e a nova vida em Cristo. Nessa ocasião, escreveu “Thoughts on the Revival in New England” (Reflexões sobre o reavivamento na Nova Inglaterra). Quatro anos depois, escreveu “Uma Fé Mais Forte que as Emoções”, “um dos livros mais importantes de todos os tempos”, na opinião de James M. Houston.

Um dos maiores riscos em um avivamento é quando o ponto de partida, a propaganda, a atração e a própria sobrevivência dele dependem mais das emoções do que da sustentação das Escrituras Sagradas e da operação do Espírito Santo. O problema é tão antigo quanto atual.

Em 1801, num grande encontro realizado em Cane Ridge, em Kentucky, o pastor presbiteriano Barton Stone já ensinava o “exercício da queda” (quando alguém dá um grande grito e cai ao chão), o “exercício do ladrido” (quando alguém emite um grunhido ou late como um cachorro), o “exercício do riso” (quando alguém solta uma gargalhada muito alta e sem razão), o “exercício da corrida” (quando alguém sai em disparada para outro lugar sob a pressão do medo) etc. Coisas excêntricas desse tipo jamais podem ser atribuídas ao Espírito.

A emoção não é pecaminosa nem desnecessária. É uma reação natural frente ao prazer e ao desprazer. A vida cristã é uma fonte de emoções. Há uma grande porção de experiências religiosas que provocam fortes emoções: a descoberta de Deus, a aceitação do evangelho, o perdão dos pecados, a prática da comunhão com Deus e com os irmãos, a vitória sobre o pecado, a oração respondida, a leitura devocional da Bíblia, o fruto do Espírito (amor, alegria, paz, amabilidade, domínio próprio), o derramar de alguma tristeza ou dor diante de Deus em oração etc. O verdadeiro cristão não é insensível. Ele vibra, se alegra e também chora. O próprio Jonathan Edwards procurava incentivar o que chamava de “afetos”, isto é, “aquilo que tira a pessoa da neutralidade ou mero assentimento [da verdade] e inclina seu coração a possuir ou rejeitar algo”. Todavia, o crente não deve ser movido a emoções, porque muitas vezes elas falham. São circunstanciais. Com frequência dependem de um belo dia, de um bom estado de saúde, de companhia, de boas notícias. Ele precisa depender da autoridade da Palavra de Deus.

Se as emoções falham, a Palavra não falha, pois quem faz as promessas é “o Deus que não pode mentir” (Tt 1.2). O crente cuja fé não é mais forte que as emoções é volúvel, instável e vítima de arroubos e depressões intercaladas entre si. O famoso trinômio “fato, fé e emoções”, do pastor londrino Frederick B. Meyer (1847-1929), vem a calhar. Esta é a ordem certa: primeiro o “fato” (o que a Bíblia diz), depois a “fé” (a apropriação do que a Bíblia diz) e, por último, as “emoções” (consequência natural, imediata ou posterior, leve ou intensa, do que se crer). Colocar o sentir antes do crer nas promessas de Deus é o mesmo que tentar construir o último andar de um edifício sem ter nem sequer lançado os alicerces.

Um ambiente carregado de emoções, geradas pela própria pessoa ou por um líder carismático que faz questão de “demonstrar que tem magnetismo pessoal irresistível, atitudes e aparência de vencedor”, pode ser uma cilada emocional.

Fonte: Revista Ultimato, nº 317 (março-abril 2009)

Leitura Bíblica de Hoje! - 13.03.2009

Deuteronômio, capítulos: 13 a 16.
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quinta-feira, 12 de março de 2009

Relíquias de Judá

Arqueólogos israelenses descobrem antigo prédio que seria do tempo do rei Ezequias.

Arqueólogos israelenses anunciaram a descoberta de mais uma relíquia dos tempos do Antigo Testamento. Desta vez, o achado são ruínas de uma grande construção que teria sido utilizada durante o reinado de Ezequias em Judá. O edifício tem vários quartos, dispostos em torno de um pátio interno. Dentro dos cômodos, foram encontrados artefatos e peças de cerâmica, muitos deles intactos e contendo selos do que podem ter sido altos funcionários da Corte de Ezequias, como Ahimelekh ben Amadyahu e Yehokhil ben Shahar.

A Autoridade Israelita de Antiguidades tem procedido a trabalhos de escavação na aldeia de Umm Tuba, ao sul de Jerusalém. Ezequias foi o 13º governante de Judá, reino que separou-se de Israel por volta do oitavo século antes de Cristo. Durante seu reinado, Ezequias enfrentou uma invasão dos assírios. Contemporâneo do profeta Isaías, o monarca é mais conhecido pelo episódio em que chora amargamente ao ser avisado de que iria morrer. Segundo a Bíblia, Deus ouviu suas súplicas e concedeu-lhe mais 15 anos de vida.

Os arqueólogos também encontraram uma inscrição em hebraico numa jarra, que data de 600 anos após os selos do Reino de Judá. Acredita-se que o edifício foi parcialmente destruído durante a conquista de Jerusalém pelos babilônios, no ano 586 a.C. Essas novas descobertas, juntamente com outros achados anteriores, ajudam a pintar um retrato da existência judaica em Jerusalém durante o período do Primeiro e do Segundo Templos, que abrangem o milênio anterior ao nascimento de Jesus.

Fonte: Cristianismo Hoje

Leitura Bíblica de Hoje! - 12.03.2009

Deuteronômio, capítulos 9 a 12.
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quarta-feira, 11 de março de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 11.03.2009

Deuteronômio, capítulos: 5 a 8.
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terça-feira, 10 de março de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 10.03.2009

Início da Leitura de Deuteronômio!
Deuteronômio, capítulos: 1 a 4.
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segunda-feira, 9 de março de 2009

Leitura Bíblica de Hoje! - 09.03.2009

Números, capítulos: 32 a 36.
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Conclusão do livro de Números.

sábado, 7 de março de 2009

Acreditar em Deus reduz ansiedade e estresse, diz estudo


Acreditar em Deus pode ajudar a acabar com a ansiedade e reduzir o estresse, segundo um estudo da Universidade de Toronto, no Canadá.

A pesquisa, publicada na revista Pyschological Science , envolveu a comparação das reações cerebrais em pessoas de diferentes religiões e em ateus, quando submetidos a uma série de testes.Segundo os cientistas, quanto mais fé os voluntários tinham, mais tranquilos eles se mostravam diante das tarefas, mesmo quando cometiam erros.

Os pesquisadores afirmam que os participantes que obtiveram melhor resultado nos testes não eram fundamentalistas, mas acreditavam que "Deus deu sentido a suas vidas".Comparados com os ateus, eles mostraram menos atividade no chamado córtex cingulado anterior, a área do cérebro que ajuda a modificar o comportamento ao sinalizar quando são necessários mais atenção e controle, geralmente como resultado de algum acontecimento que produz ansiedade, como cometer um erro."Esta parte do cérebro é como um alarme que toca quando uma pessoa comete um erro ou se sente insegura", disse Michael Inzlicht, professor de psicologia e coordenador da pesquisa.

"Os voluntários religiosos ou que simplesmente acreditavam em Deus mostraram muito menos atividade nesta região. Eles são muito menos ansiosos e se sentem menos estressados quando cometem um erro." O cientista, no entanto, lembra que a ansiedade é "uma faca de dois gumes", necessária e útil em algumas situações."Claro que a ansiedade pode ser negativa, porque se você sofre repetidamente com o problema, pode ficar paralisado pelo medo", explicou. "Mas ela tem uma função muito útil, que é nos avisar quando estamos fazendo algo errado. Se você não se sentir ansioso com um erro, que ímpeto vai ter para mudar ou melhorar para não voltar a repetir o mesmo erro?"

Os voluntários religiosos eram cristãos, muçulmanos, hinduístas ou budistas.Grupos ateus argumentaram que o estudo não prova que Deus existe, apenas mostra que ter uma crença é benéfico.

Fonte: BBC Brasil
E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Rm. 12.2)